Sistemas digitais em larga escala funcionam como ambientes de capacidades. A infraestrutura fornece capacidades de implantação, comunicação, automação, transações e criação de identidades. Essas capacidades produzem afordâncias, que são ações que os atores podem realizar dentro do sistema.
Quando afordâncias interagem com incentivos, disponibilidade de recursos e lacunas de monitoramento, oportunidades estáveis de exploração podem emergir. Essas oportunidades formam nichos adversariais, nos quais estratégias de exploração tornam-se economicamente viáveis.
Compreender como esses nichos surgem é o primeiro passo para analisar comportamento adversarial em sistemas técnicos.